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ProEsco realizará segundo mutirão de cirurgias em Natal

Após o sucesso do primeiro mutirão ocorrido em 2024, o ProEsco realizará nos próximos dias 25, 26 e 27 de abril, no Hospital Rio Grande, a segunda edição do mutirão de cirurgias para pacientes que sofrem de Escoliose no Rio Grande do Norte. Idealizado pelo Neurocirurgião potiguar Anderson Matos, o projeto visa proporcionar saúde, bem-estar e qualidade de vida para pessoas que aguardavam o procedimento na fila do SUS e que graças ao ProEsco, essa espera terminará no final deste mês. A novidade do mutirão deste ano é o aumento no número de cirurgias, que passa de seis para sete.

O ProEsco é um projeto pioneiro que vai proporcionar para essas sete pessoas, entre crianças e adolescentes, a possibilidade de intervenção cirúrgica gratuita para a correção da Escoliose. Assim como aconteceu em 2024, as cirurgias vão contar com uma equipe multidisciplinar composta por profissionais de quatro estados: Rio Grande do Norte, Pernambuco, Paraná e Minas Gerais.

Todas as setes pessoas contempladas com a cirurgia reparadora pelo ProEsco faziam parte da lista de espera do Sistema Único de Saúde (SUS) no RN. Algumas delas estavam há anos na fila aguardando a oportunidade de realizar o procedimento. “Os pacientes já foram avaliados no mutirão de consultas que realizamos no mês de fevereiro e já temos a programação cirúrgica para que a melhor correção da escoliose seja alcançada durante esse mutirão. E tudo será realizado no Hospital Rio Grande, um hospital pioneiro no nosso Estado e um grande parceiro que abraçou nosso projeto”, destaca Dr. Anderson Matos.

Durante a realização das cirurgias, uma equipe multidisciplinar estará no local para dar suporte às famílias dos pacientes no momento dos procedimentos e orientar no pós-operatório.

Sobre o ProEsco

O ProEsco é uma iniciativa filantrópica voltada para a realização de procedimentos corretivos e pela conscientização da Escoliose, uma deformidade caracterizada por desvio da coluna com angulação maior que 10 graus e rotação. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 2% da população mundial convive com este problema. No Brasil, isso significaria em torno de 6 milhões de pessoas que sofrem os efeitos dessa doença.

Para saber mais sobre o ProEsco siga o perfil no Instagram: @projeto.proesco

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