No Dia do Feirante, celebrado em 25 de agosto, a Prefeitura de Natal prestou homenagem aos cerca de 3 mil trabalhadores que atuam nas 20 feiras livres espalhadas pelas quatro regiões administrativas da capital. Consideradas espaços de comércio e convivência, as feiras fazem parte da identidade cultural, social e econômica da cidade.
A mais antiga em funcionamento é a feira do Alecrim, criada em 1920 e reconhecida como Patrimônio Imaterial do Rio Grande do Norte. Embora não tenha sido a primeira feira da capital – título que pertence à extinta feira do Passo da Pátria – o Alecrim carrega mais de um século de história. Outras feiras tradicionais, como as das Quintas, Rocas e Carrasco, surgiram na década de 1950 e seguem fortalecendo o comércio e preservando a memória local.
O Setor de Controle de Atividades de Feiras (SCAF), da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur), atua com ações de ordenamento, fiscalização e apoio aos feirantes. Atualmente, seis feiras – Rocas, Carrasco, Alecrim, Quintas, Cidade da Esperança e Lagoa Seca – contam com tendas metálicas, que garantem mais segurança, conforto e organização para comerciantes e consumidores. A atividade também é regulada pela Lei Municipal nº 6.015/09 e pela Portaria nº 081/2017.
“Os feirantes têm papel fundamental na vida da nossa cidade. São homens e mulheres que acordam cedo, movimentam a economia, geram empregos e mantêm viva uma tradição que atravessa gerações. As feiras livres são mais do que pontos de comércio: são espaços de cultura, de encontros e de valorização da nossa história. É dever do poder público apoiar e estruturar essa atividade que tanto contribui para o desenvolvimento de Natal”, afirmou o secretário municipal de Serviços Urbanos, Felipe Alves.
Segundo a Semsur, ao longo de 2025 serão desenvolvidas ações para ampliar e aperfeiçoar a estrutura das feiras livres, oferecendo melhores condições de trabalho e de compra.








