A Polícia Federal promoveu, na terça-feira (24), uma fiscalização no município de Apodi, no Oeste potiguar, para apurar a atuação da empresa responsável pela segurança privada durante o Carnaval na cidade. A ação foi motivada por imagens que mostram uma agressão contra um homem com deficiência auditiva pelos seguranças contratados para atuar no evento.
A Polícia Federal promoveu, na terça-feira (24), uma fiscalização no município de Apodi, no Oeste potiguar, para apurar a atuação da empresa responsável pela segurança privada durante o Carnaval na cidade. A ação foi motivada por imagens que mostram uma agressão contra um homem com deficiência auditiva pelos seguranças contratados para atuar no evento.
A Prefeitura de Apodi também foi formalmente notificada sobre a contratação da empresa, com o “objetivo de evitar novas ocorrências dessa natureza”. Ainda segundo a Polícia Federal, a empresa poderá responder pelas irregularidades relacionadas à prestação clandestina do serviço.
O caso ganhou repercussão após vídeos mostrarem o momento em que o jovem é cercado e agredido por seguranças nas proximidades de um trio elétrico. A Polícia Civil do Rio Grande do Norte já havia informado que investiga o episódio e prendeu um homem apontado como um dos envolvidos, por porte ilegal de arma de fogo de uso restrito e receptação. As investigações sobre a agressão seguem em andamento.
Isaac Torres, 29 anos, ainda convive com dores quatro dias após ter sido agredido por seguranças em pleno Carnaval de Apodi, no Oeste Potiguar. Uma familiar do rapaz, que é surdo, relatou à TRIBUNA DO NORTE que ele vai passar por exame de raio-x para saber se houve alguma fratura. A vítima apresentou hematomas na cabeça, marcas de cassetetes nos ombros e na costela, além de corte no cotovelo esquerdo e dores na região das nádegas.







