O Conselho da Paz, órgão criado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vai destinar mais de US$ 5 bilhões para iniciativas humanitárias e de reconstrução na Faixa de Gaza. O anúncio foi feito neste domingo (15) pelo próprio Trump em post na sua rede social, a Truth Social.
De acordo com a publicação, o compromisso para o envio do valor será formalizado em 19 de fevereiro de 2026, durante reunião do Conselho no Instituto de Paz Donald J. Trump, em Washington, DC.
Além do valor, Trump também afirmou que os integrantes do Conselho “comprometeram milhares de pessoas” para compor uma Força Internacional de Estabilização e reforçar a polícia de Gaza, com o objetivo de “manter a segurança e a paz dos habitantes de Gaza”.
“Em 19 de fevereiro de 2026, estarei novamente reunido com os membros do Conselho da Paz no Instituto de Paz Donald J. Trump, em Washington, D.C., onde anunciaremos que os Estados-membros prometeram mais de US$ 5 BILHÕES para os esforços humanitários e de reconstrução em Gaza e comprometeram milhares de profissionais para a Força Internacional de Estabilização e a Polícia Local, a fim de manter a Segurança e a Paz para os habitantes de Gaza”, escreveu.
O presidente declarou que o Conselho da Paz possui “potencial ilimitado”. O presidente relembrou que partiu de seu governo o plano para pôr fim no conflito em Gaza. Trump lembrou que este plano foi aprovado por unanimidade pelo Conselho de Segurança da ONU. O republicano acrescentou ainda que este plano viabilizou a entrada de ajuda humanitária “em velocidade recorde” em Gaza e garantiu a libertação de todos os reféns vivos e mortos de Israel.
O presidente reiterou ainda que considera essencial que o grupo terrorista Hamas cumpra “seu compromisso com a desmilitarização total e imediata”. Ele afirmou que o Conselho da Paz “provará ser o órgão internacional mais consequente da história” e declarou ser uma honra presidir a iniciativa.
Criado inicialmente para supervisionar o plano pós-conflito na Faixa de Gaza, o Conselho teve seu escopo ampliado, segundo Trump, para apoiar a resolução de outros conflitos internacionais.








